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Alimentos funcionais

January 31, 2017

Alimentos funcionais são alimentos ou ingredientes que, produzem efeitos metabólicos e/ou fisiológicos e/ou implicações favoráveis à saúde, além de suas funções nutrológicas capitais. Este resultado acontece em sua maior parte quando estes são consumidos como parte de uma dieta habitual, sendo garantido seu consumo com estes objetivos geralmente sem necessidade de um gerenciamento médico como no caso de um remédio. Recomendando que estes princípios são apropriados quando a eficácia e segurança desses alimentos já foram garantidas por estudos científicos.

 

Os alimentos funcionais se diferenciam por proporcionar vários benefícios à saúde, além do valor nutritivo inerente à sua composição química, podendo exercer um papel potencialmente benéfico na diminuição do risco de doenças crônicas degenerativas.

 

O valor para a bem-estar do uso destes alimentos verifica-se no nosso país pelo fato de que o nosso povo enfrenta um aumento das doenças crônicas degenerativas em decorrência de um estilo de vida desequilibrado que envolve maus hábitos alimentares e sedentarismo. E o consumo regular desses alimentos pode ser uma opção para reprimir o progresso dessas doenças e fazer com que as pessoas tenham a ciência que a nutrição tem um papel capital sobre a saúde delas.

 

De acordo com a história, o emprego de certos alimentos na redução do risco de doenças é respeitado a milhares de anos. Hipócrates há cerca de 2500 anos atrás já pregava isso em uma de suas célebres frases que dizia alguma coisa do tipo: "faça do alimento o seu medicamento". No entanto, apenas no fim deste último século, na década de 90, é que principiou a haver um interesse renovado por esse assunto, e foi quando o termo "alimento funcional" passou a ser aceitado. As investigações se intensificaram e o conceito de alimento funcional tornou-se mais conhecido do público leigo e também de estudiosos que até então não estavam envolvidos nessa área.

O Império do Sol Nascente foi o precursor na plantação e comercialização de alimentos funcionais. Conhecidos como FOSHU, "Foods for Specified Health Use", os funcionais japoneses sustentam um selo de aprovação do Ministério da Saúde e Bem-Estar. A lei no Japão foi elaborada em junho de 1997, mas não é a única presentemente. Atualmente, vários países contam com uma legislação especial. No Brasil, as normas foram estabelecidas a partir de 1999.

 

A FDA (Food and Drug Administration) regula os alimentos funcionais fundamentada no uso que se almeja dar ao produto, na descrição presente nos rótulos ou nos ingredientes do produto. A partir destes critérios, a FDA classificou os alimentos funcionais em cinco categorias: alimento, suplementos alimentares, alimento para usos dietéticos especiais, alimento-medicamento ou droga.

 

No Brasil, a indústria deve adotar a legislação do Ministério da Saúde. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária coloca regras e procedimentos para registro de alimentos e/ou ingredientes funcionais. Para se conseguir o registro de um alimento com argumentação de propriedades funcionais e/ou de saúde, deve ser estabelecido um relatório técnico científico bastante detalhado, demonstrando os benefícios e a segurança de uso do alimento.

 

Um fato muito importante a este tipo de informação advém pelo fato dos consumidores estarem cada vez mais conscientes da ligação entre saúde e nutrição, ou seja: a preferência à prevenção e não à cura de doenças.

Os consumidores hoje em dia melhor visualizam a diminuição de gastos médicos, o envelhecimento com saúde, qualidade de vida, além de neutralização de danos causados pelo meio ambiente em geral. As evidências científicas sobre a eficiência dos alimentos funcionais estão cada vez mais crescentes, e isso também traz segurança para o consumidor.

 

O comércio de alimentos funcionais tem crescido muito nos últimos anos e em 2000, no mundo todo, apresentava um potencial de vendas de cerca de setenta bilhões de dólares/ano. A importância de alimento funcional apareceu no Japão nos anos 80 e hoje nesse país, já existem cerca de 200 tipos diferentes de alimentos funcionais. Além do mercado Japonês, o de países europeus e o norte americano a cada dia oferecem inovações nesse segmento. No Brasil, embora o mercado esteja em desenvolvimento, ainda é acanhado, ocupando uma posição defasada em relação a países como Japão, EUA e Europeus.

 

 

 

 

 

 

                     

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Consumo de Alimentos Funcionais:

 

• é imprescindível que o consumo destes alimentos seja regular a fim de que suas benfeitorias sejam obtidas. A recomendação fica no maior uso de vegetais, frutas, cereais integrais na alimentação regular, já que grande parte dos componentes ativos estudados se acha nesses alimentos. Outra dica é trocar em parte o consumo de carne de vaca, embutidos e outros produtos à base de carne vermelha por soja e derivados (especialmente carne de soja e isolados proteicos de soja) ou peixes ricos em ômega 3.

• O consumidor precisa também estar prevenido e buscar saber se o alimento que está comprando (referimo-nos àqueles processados pela indústria) teve sua eficácia avaliada por análises sérias.

• para que os resultados sejam eficazes, é importante que o consumidor siga as instruções no rótulo dos alimentos, usando o produto da forma preconizada pelo seu fabricante.

• além disso, é admirável que todos saibam que esses alimentos apenas funcionam quando vem acompanhado de uma dieta equilibrada, balanceada. Isto quer dizer que se a pessoa estiver utilizando um alimento para o controle do colesterol, ela apenas terá resultados positivos, se o consumo deste estiver associada a uma dieta pobre em gordura saturada e colesterol.

• O risco que existe na ingestão deste tipo de alimento restringe-se exclusivamente em não alcançar os resultados esperados, já que esses alimentos não têm contraindicação.

 

 

Os alimentos funcionais exibem as seguintes propriedades:

 

a) precisam ser alimentos convencionais e serem consumidos na dieta normal/habitual;

b) precisam ser compostos por componentes naturais, algumas vezes, em elevada concentração ou presentes em alimentos que normalmente não os supririam;

c) precisam apresentar efeitos positivos além do valor básico nutritivo, que pode aumentar o bem-estar e a saúde e/ou diminuir o risco de ocorrência de doenças, promovendo melhoramentos à saúde além de aumentar a qualidade de vida, abrangendo os desempenhos físico, psicológico e comportamental;

d) a argumentação da propriedade funcional deve ter alicerce científico;

e) pode ser um alimento natural ou um alimento no qual um componente tenha sido retirado;

g) pode ser um alimento onde a natureza de um ou mais componentes tenha sido alterada;

h) pode ser um alimento no qual a bioatividade de um ou mais componentes tenha sido alterada.