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Para cozinhar: Óleo de Coco ou Canola?

October 2, 2017

Já está demonstrado que uma nutrição balanceada é aquela que contém todos os tipos de alimentos, acatando os costumes e as culturas do indivíduo e sem censurar qualquer grupo alimentar. Ainda que sejam vítimas de preconceito por muito tempo, as gorduras são mais que imprescindíveis. Além de fornecer energia, esse nutriente serve para a formação de diferentes hormônios e auxilia na absorção de algumas vitaminas. Estar atento às quantidades é importante: a sugestão é que o valor total de gordura consumida no decorrer do dia seja em torno de 15% a 30% do valor energético total -VET (é o gasto calórico diário que corresponde à energia gasta pelo organismo no período de 24 horas), sendo que as gorduras saturadas não devem exceder 10% deste. Comparamos, a seguir, dois óleos que hoje em dia estão em destaque.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Óleo de coco

 

 

Adquirido a partir da polpa do coco fresco maduro (espécie Cocos nucifera L.), é rico em gorduras saturadas (como o ácido láurico), que já foram apontadas como fatores de elevação do “colesterol ruim” (LDL). E cuidado: ainda que alguns estudos mostrarem os efeitos do emprego do óleo de coco no aumento do “colesterol bom” (HDL), não há recomendação de seu uso para tal finalidade. Também são imprescindíveis mais pesquisas em humanos para constatar seus resultados no longo prazo.

  • O óleo de coco vem sendo preconizado em dietas para emagrecimento. Todavia, segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira de Nutrolocia (ABRAN) não deve ser usado para essa finalidade. E, ao contrário do óleo de canola, ele não contém ômega 3.

  • De sabor característico, proporciona a percepção de saciedade, como acontece com todas as gorduras. A sugestão é de que seja utilizado em pequenas quantidades e em alimentos sem ou minimamente processados.

  • Pode até ser uma opção mais natural já que é, em geral, extraído a frio a partir da massa do coco, apesar disso, não necessita ser rotulado como um alimento miraculoso.

  • A ABRAN recomenda que:

  • O óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento da obesidade;

  • O óleo de coco não deve ser prescrito na prevenção ou no tratamento de doenças neuro-degenerativas;

  • O óleo de coco não deve ser prescrito como nutriente antimicrobiano;

  • O óleo de coco não deve ser prescrito como imunomodulador (que ou o que inibe ou estimula as reações imunológicas de um organismo). 

     

     

     

     

     

     

     

     

     

 

Principais nutrientes do óleo de coco

 

Óleo de canola

 

O óleo de canola é extraído das sementes de uma planta designada colza, e tornou-se o óleo de cozinha mais popular do mundo. Mas o óleo não é tão novo assim. O óleo de colza é utilizado desde a Revolução Industrial, como um admirável componente para a lubrificação de motores de embarcações e motores industriais.

Mas como um óleo industrial foi parar nas cozinhas? A resposta é simples. O processo produtivo do óleo de canola é muito mais barato!

A indústria alimentícia vinha promovendo óleos poli-insaturados, como uma escolha saudável as gorduras saturadas, responsáveis pelo ” entupimento da artéria “. Mas, pesquisas mostraram que os óleos poli-insaturados, particularmente óleo de milho e óleo de soja, são fortemente associados com inúmeros problemas de saúde inflamatórios, incluindo doenças cardíacas e cânceres.

A solução para essa indústria foi abraçar o uso de óleos monoinsaturados, como o azeite e a canola. Estudos mostraram que o óleo monoinsaturado tem um efeito “melhor” do que os óleos poli-insaturados nos níveis de colesterol e outros parâmetros sanguíneos conhecidos.

A grande verdade do óleo de canola é que não há nenhuma planta em sua composição, e até o significado de “Canola” (Canada Oil, Low Acid), – em tradução livre, oléo canadense pouco ácido – foi uma jogada de estratégia de mercado, devido à má conotação da palavra de colza. Hoje, cerca de 90% do óleo de canola produzido no mundo é geneticamente modificado, derivado de pesquisas e cruzamentos de subespécies de plantas, que foram subsidiadas pelo governo canadense.

 

  • É rico em gorduras insaturadas, além de proporcionar baixos níveis de gordura saturada. Entretanto aqui, igualmente, vale o princípio do bom senso: usado de maneira descontrolada, como em frituras, o óleo deixa de ser um aliado e se torna o abominável da boa saúde.

  • Este não é um alimento aconselhado como coadjuvante no emagrecimento. O óleo de canola, entretanto, contém ômega 3 e grandes quantidades de ômega 6, considerados benfeitores do sistema cardiovascular. Eles podem auxiliar na elevação do LDL, quando consumidos em proporções apropriadas, com bom senso e acompanhados a uma nutrição saudável.

  • Seu paladar é