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Obesidade e Psicoterapia

October 10, 2017

 

 

A obesidade, por sua diferenciação e etiologia multifatorial, é uma condição que tem merecido cautela e estudos de diferentes áreas de especialidades, particularmente a psiquiatria e a psicologia. Os problemas emocionais são comumente compreendidos como consequências da obesidade, apesar de conflitos e dificuldades psicológicas possam anteceder o desenvolvimento dessa condição. A depressão e a ansiedade são sintomas comuns, e depressão maior pode ser mais frequente nos seriamente obesos. Na terapêutica psicoterápica, a terapia cognitiva vem despontando eficácia por objetivar a organização das reservas para alterações de peso e comportamentos, em princípio, pertinentes ao autocontrole de comportamentos alimentares e contexto situacional mais extenso. Ainda que o tratamento farmacológico da obesidade não deva ser a primeira eleição terapêutica, seu uso está de modo pleno consagrado. Atenção deve ser dada para as drogas verdadeiramente aprovadas.

 

Alimentação: obesidade e emagrecimento

 

Este texto é direcionado para as pessoas que desejam emagrecer, e para as pessoas que conhecem alguém que almeja perder peso.

 

Se você sair indagando para as pessoas quantos quilos querem perder, creio que uma boa parcela terá uma resposta, penso que talvez uma parte mínima das pessoas estejam contente com o próprio peso.

 

Comida é um tema que se refere ao corpo ou à mente?

 

Comer está necessariamente relacionado à manutenção da existência, da saúde. Mas muitas ocasiões comemos além do necessário, compulsivamente, muitas vezes até nos prejudicamos com a obesidade.

 

Fatores psicológicos podem modificar o relacionamento com a nutrição: A ansiedade, culpa ou qualquer alteração emocional pode interferir no relacionamento com a comida.

 

O oposto também pode ser verdadeiro. Quando o corpo não está bem o lado psicológico ao mesmo tempo pode padecer, se você se alimenta mal, de maneira errada, você pode enfraquecer seu organismo, ter problemas com o colesterol, diabetes, obesidade, etc.

 

 O excesso de peso é decorrência de quê? 

 

Pode possuir muitas causas. Como você notará adiante, busquei cobrir a maior parte das probabilidades. Por um lado, você vai descobrir que pode estar comendo mais do que o necessário porque a evolução lhe dotou de sistemas para que a alimento fosse algo tão atraente a ponto de te motivar para comer muito. Isso porque na era primitiva a comida não estava tão disponível como atualmente, não era só abrir a geladeira ou atravessar a rua para alcançar o mercado ou a lanchonete. Na era primitiva o empenho era grande, mas valia a pena porque sem comida a pessoa perecia. O grande problema é que atualmente ninguém necessita de tanto esforço assim para arranjar comida, e o perigo de não ter comida satisfatória também não existe mais como existia para o homem primitivo, mas o apetite, a voracidade por alimentos persiste a mesma porque nosso corpo ainda não se adaptou a essa nova realidade, então você acaba comendo muito mais do que necessita e, engorda.

 

Emagrecer

 

Pode ser importante saber o porquê de você deseja emagrecer. Você espera ser benquisto pelos outros? Não ser reprovado no exame médico de admissão da firma? Aspira arrumar uma namorada?

 

Sem o motivo adequado pode-se prejudicar o processo de perda de peso. Eu creio que conseguir namorado, fazer bonito na balada, ser acolhido no trabalho, agradar o pai podem não ser bons ensejos para emagrecer. Considero simpático que o foco esteja em você mesmo e não nos outros

 

 Afira seu empenho à intenção de emagrecer.

 

Você é do tipo que só se entrega a determinada tarefa se ela for simples, se não der muito trabalho? Ou você consegue se animar por alguma coisa que sabe que vale a pena? Você sabe ponderar quando algum episódio vale o seu esforço? Sabe distinguir depressa o quanto você vai ganhar, e sabe aproveitar isso para te motivar a transpirar um pouco a camisa?

 

Você aspira emagrecer ou acredita que outro o emagreça?

 

Muitas pessoas consideram muito mais confortável engolir um medicamento para emagrecer ou fazer uma cirurgia. Essa é a atitude dos que anseiam ser “emagrecidos” por fatores exteriores. Pode até mesmo dar resultado, mas não vai se sustentar por muito tempo, e a conquista não é sua, então não está nas suas mãos manter o ganho, ou seja, você pode voltar a ganhar peso sem mesmo perceber o porquê. Na realidade com este modo de funcionar você está entregando o seu domínio para além de você, para os outros. Todo mundo que emagreceu deste modo já sabe no que deu. Dali a pouco está novamente na mesma, ou até pior.

 

Ganho secundário

 

Será que tem qualquer benefício em continuar acima do peso? Parece uma questão fora do comum, não? Mas não é não. Muitas vezes no subconsciente tem alguma coisa de bom em ser obeso, como por exemplo o papel de vítima, as outras pessoas ficam com pena de você, e no fundo você gosta disso. Será que a percepção de que tem alguma pessoa “cuidando de você” dando dicas, fazendo comidas exclusivas para você, e assim corroboram o quanto você é terrível, e isso vale tão a pena que te impede de emagrecer. Ou será que ser cheio não está desculpando outras dificuldades, como por exemplo a dificuldade em paquerar, assim você aproveita a desculpa da gordura para não “necessitar” de flertar, afinal, é um excelente motivo para que ninguém se interesse por você. Ou a comida pode estar servindo como o único carinho que você está conseguindo adequar a você mesmo. Sendo assim, está infeliz, come, está inquieto, come, levou repreensão do chefe, come, e aí você pode não desejar abrir mão deste agrado.

 

A comida suaviza a sua angústia?

 

Ingerir alimentos pode constituir, inconscientemente, controle. A pessoa pode precisar de sentir que está no controle. Quando está vacilante, fica nervoso e cai na comilança como válvula de escape. A percepção de controle te dá calma. Quando preocupado a gente busca algo para aliviar, e nada melhor do que a sensação de estar se abastecendo, de estar colocando alguma coisa apetitosa na boca, está se amimando e.… controlando a circunstância.

 

Pondere sua autoestima.

 

Antes de dar início a perda de peso é respeitável que você se aceite como está hoje, acima do peso mesmo. Porque? Porque é impossível mudar algo que você nem aceita que tem. Enquanto tiver negativa do problema não vamos conseguir apreciar o suficiente para ele e nem vamos conseguir fazer alguma coisa para suprimir essa dificuldade. Mas observem bem, aceitar é distinto de gostar ou concordar, aceitar é parar de batalhar com a gordura. É reconhecer que ela existe e você não vai brigar mais com ela, você vai fazer coisas boas para sua saúde, a consequência vai ser se despedir da gordura.

 

Perceber porque deixar de comer não emagrece.

 

O corpo tem um sistema de alerta contra os perigos. Quando a pessoa deixa de ingerir comida o seu cérebro entende como “dificuldades em conseguir alimentos” e para sua autopreservação passa a diminuir o metabolismo como uma maneira de economizar as energias, e por isso não queima de forma competente as gorduras em excesso. Ou seja, você não perde peso permanecendo sem comer. E existe também outro fator, quando você fica sem alimentar-se por muitas horas, a compensação desse período vai além do proporcional à necessidade do alimento. É como se o seu cérebro recebesse a seguinte mensagem “A coisa está feia lá fora, quando surgir comida, coma o máximo que puder, porque não se sabe quando vai ter comida novamente”, e aí você come em excesso. Porém o consumo de comida em grande quantidade não é tão eficiente em termos nutrológicos, pois seu organismo, quando sobrecarregado de comida, não consegue sintetizar os nutrientes de maneira eficiente. Ou seja, você desperdiça o valor nutritivo da refeição, e só acumula gordura.

 

Porque o paladar é alguma coisa tão deliciosa.

 

O indivíduo primitivo necessitou do paladar mais sensível para identificar os alimentos que não são bons como os deletérios, os deteriorados, etc, como também para ingerir fontes mais ricas de caloria. Na época onde arranjar comida era um tanto trabalhoso e corria-se o risco de permanecer vários dias sem comida, ter mantimentos ricos em energia era capital. Por isso não é por acaso que os alimentos que mais atraem ao paladar são os doces e os gordurosos, ou seja, os extremamente calóricos. Quem sabe daí venha a frase “tudo o que é bom engorda”. Ou seja, nosso corpo ainda está acomodado a outra era, ainda não nos adaptamos a esta abundância e facilidade de acesso a comida, o efeito disso é gordura.

 

Porque nem sempre o mais apetitoso é o mais saudável.

 

A indústria atual se abusa desse nosso paladar insaciável por sabores e desenvolve suas vendas avivando o sabor dos alimentos com condimentos extras e químicas especiais. Sem falar do abuso de gordura nas frituras e açúcar nos doces, que claro seduzem ao paladar, porém estão longe das nossas necessidades energéticas. Botando muito sabor em alimentos carentes em nutrientes, e, por conseguinte mais baratos, a indústria consegue vender, e ganhar, colocando dentro da sua residência alimentos que são inteiramente inúteis. Já escutaram a frase “é impossível come um só”, é claro que é impraticável, puseram aquela química que desperta seu cérebro a comer muito mais além do necessário, e com isso aí vai você dando lucro para indústria do fast food.

 

Porque comemos mais do que necessitamos.

 

Nossos corpos são regulados por um “ponto de ajuste” que te ajuda comer em menor quantidade quando a comida falta, pois você sente menos apetite. Mas vai ficar mais faminto quando tem fartura de comida. Isto é uma forma do corpo estocar calorias para o amanhã, e este estoque é feito em forma de gordura. Nos primórdios dos tempos existia muitas ocasiões de carência, a refeição seguinte dependia de uma caçada e não de uma corrida a geladeira. Esse sistema de regulagem permitia que a pessoa fizesse depósitos nos momentos de fartura para que pudessem ser usados quando faltasse comida. Atualmente como o acesso a comida é muito fácil, sempre temos um estoque em casa, se estamos na rua há uma lanchonete ou um mercado em cada esquina. Os sinais de ajuste não se adaptaram a essa nova realidade e provocam um grande problema, o consumo descomedido, o excesso de peso, os problemas de saúde relacionados à obesidade.

 

Porque temos comida predileta e anseio por alimentos especiais.

 

Seu corpo está munido de um sistema de alarme ao alimento que era familiar, o que já é conhecido e sabe-se que é bom. Isto ao mesmo tempo é um legado de nosso processo evolutivo. O homem primitivo tinha muita dificuldade em identificar qual alimento era saboroso ou benéfico, assim seria muito importante repetir aquele que já foi provado e aprovado. A busca por esse alimento, já testado e considerado bom, surge na forma de desejo por alimentos específicos.

 

Ter noção do quanto e como você está comendo presentemente.

 

O processo de modificação pode ser facilitado quando se está consciente do comportamento atual.

 

Processo de aquisição de conhecimento: Pensamentos automáticos que te instiga ou admitem a comer além do que precisa.

 

Todo desempenho pode ser causado por um pensamento. Você tem costumes que sua "cabeça" o levou a ter. Ainda que estes pensamentos não sejam conscientes, eles podem ser instintivos, ou seja você não se deu conta deles. Por exemplo, porque você lava a maça toda vez que vai come-la? Porque passa pela sua imaginação um pensamento instintivo, baseado em um aprendizado precedente, que fala que toda fruta tem que ser lavada. Ainda que você não perceba que está pensando isso, essa imagem está na sua mente. Isso é pensamento automático. Pensamentos automáticos coordenam todos os nossos atos, até mesmo a alimentação. Deste modo toda vez que você comeu alguma coisa, foi sua cabeça que te fez comer aquilo.

 

Todo alimento que comemos a mais que o necessário, ou seja, aquele que vai ser armazenado em forma de gordura, foi ingerido porque permitimos, ou seja passou coisas em nossa cabeça que te consentiram, ou até te atraíram a comer.

 

Pensamentos automáticos que impedem a perda de peso.

 

Pensamentos disfuncionais como: “Perder peso me trará prejuízos porque vou ter que comparar outras roupas”, “Tenho roupas tão bonitas que dá dó não poder usa-las mais”, “Ir a um rodízio e comer pouco é desperdício”,  “Para que começar regime hoje, começo amanhã”,  “Ontem eu achei que queria emagrecer, mas raciocinando bem não estou tão gordo assim”, “Para que perder peso  se não vou a lugar nenhum?”, “Porções pequenas são coisas de gente pão dura”, “Quem me recebe com pouca comida é porque não gosta de mim”. Tudo isso são pensamentos que boicotam seu regime.

 

Muitas vezes o costume de comer demais decorre da cultura familiar, como por exemplo a crença de que gordura significa saúde, ou a crença de se não come é porque não está afortunada, a crença de que gordo é bonito, gordura significa fartura, sucesso na vida, etc. Mudar estas crenças é qualquer coisa que parece simples num primeiro momento, mas tem que arrancar todas as raízes, senão nada muda.

 

O que os costumes, a rotina do dia a dia, tem a ver com emagrecer?

 

Comer é um habito, e hábitos podem ser modificados. Trocar hábitos de forma geral, todos, mesmo os não pertinentes à comida desenvolvem flexibilidade mental e desconecta comida de prazer, de passatempo, de atividade social, etc. Quando você se torna uma pessoa mais flexível você se admite modificar até seu hábito alimentar.

 

Comer é dependência física?

 

Como todos os vícios comer pode dar alegria em curto prazo e desgosto e remorso a longo prazo. O que define um vício é: A alegria provocada pelo agente viciante, a necessidade de porções cada vez mais intensas para se conseguir o mesmo resultado e síndrome de abstinência quando se retira este agente. Sendo assim podemos considerar vicio tanto o fumo, a bebida, a droga, etc, como o comer compulsivo.

 

 

 

 

 

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