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Ácido úrico elevado no sangue pode trazer problemas cardiovascular.

October 15, 2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O ácido úrico está entre as substâncias espontaneamente produzidas pelo organismo. Ele surge como resultado da quebra das moléculas de purina – proteína contida em muitos alimentos – por ação de uma enzima chamada xantina oxidase. Depois de aproveitadas, as purinas são degradadas e transformadas em ácido úrico. Parte dele permanece no sangue e o restante é eliminado pelos rins.

 

Os níveis de ácido úrico no sangue podem subir:

 

1) porque sua produção aumentou muito,

2) porque a pessoa está eliminando pouco pela urina,

3) por interferência do uso de certos medicamentos.

 

Em decorrência dessa taxa de ácido úrico elevado (hiperuricemia), formam-se pequenos cristais de urato de sódio semelhantes a agulhinhas, que se depositam em diversos locais do corpo, de preferência nas articulações, mas também nos rins, sob a pele ou em qualquer outra região do corpo.

 

Estudos recentes realizados no Instituto do Coração de São Paulo mostram que níveis elevados de ácido úrico no sangue aumentam o risco de desenvolver acidentes cardiovasculares.

 

De acordo com a história manifesta quando cristalizado, aparecendo quadros clínicos clássicos como artrite gotosa ou litíase urinária, o ácido úrico (AU) vem ganhando novo status. Até para quem não padece de gota ou pedra no rim, ocasiões clínicas bastante dolorosas, o ácido úrico elevado no sangue, assintomático, está envolvido como fator de risco cardiovascular, aumento da pressão arterial, obesidade, gordura no fígado e síndrome metabólica.  O ácido úrico é o produto final do metabolismo das purinas formam as “bases nitrogenadas”, componentes fundamentais do DNA e do RNA.), não sendo exclusivamente um produto sem finalidade. Considerado como antioxidante, os limites de concentração podem apresentar efeitos positivos ou negativos, de acordo com a concentração sanguinea. Aumentos agudos e mesmo relativamente elevados de ácido úrico podem resguardar contra o estresse oxidativo, mas os níveis cronicamente elevados estão ligados ao estresse oxidativo, pertinente com alterações metabólicas ou vasculares. Elevações crônicas do ácido úrico estão associadas à diminuição de adiponectina (tecido adiposo) e elevação de insulina (resistência insulínica) e redução da capacidade antioxidante total. Abuso de frutose (consumo excessivo de suco de frutas, adoçantes de xarope de milho, refrigerantes); cerveja e bebidas alcoólicas, excesso de carnes animais (frutos do mar, vísceras e de gado), além da vida sedentária e desequilíbrio emocional são influências no aumento do ácido úrico na corrente sanguinea. Outros alimentos, antes associados a elevação do ácido úrico, por serem ricos em purinas, atualmente não foram arrolados ao aumento desta substância no sangue. São exemplos os alimentos integrais (pão, macarrão, arroz), a soja e leguminosas.