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Dor no calcanhar requer muita atenção

October 15, 2017

Imediatamente ao dar os primeiros passos pela manhã as dores são intensas. A percepção de incômodo também se repete ao pisar no chão após de um extenso período de repouso. Esse desconforto, conhecido como fascite plantar, é um processo de infamação da planta do pé, muito comum em atletas e pessoas inativas acima do peso que, do dia para a noite, começam a prática de atividade física sem o acompanhamento apropriado.

 

A fascite é, predominantemente, decorrente de sobrecarga na planta do pé e frequente em pessoas com mais de 40 anos. A incidência dessa doença é sete vezes maior em mulheres. Os grandes vilões são a maior sensibilidade da musculatura das mulheres, os distúrbios hormonais femininos – que as deixam mais predispostas ao encurtamento dos músculos posteriores – e o costume de usar salto alto, fator importante para explicar a concentração de casos entre elas.

 

“A maior parte não está preparada do ponto de vista físico. Volta e meia a musculatura posterior está encurtada, o que causa sobrecarga em pontos chave do membro inferior, ocasionando sensação dolorosa”.

 

Determinados pacientes podem, até, apresentar uma formação óssea pontiaguda no osso do calcanhar, em formato de gancho. Essa alteração, denominada esporão de calcâneo, é um sinal da calcificação de um processo inflamatório e não o motivo das dores agudas, como alguns pacientes creem. “Eles tendem a acreditar erroneamente que aquela formação cutuca a planta do pé por conta do formato”.

 

Isso denota que o esporão em si não causa dor porque é mais uma consequência de um processo do que o agente. "O esporão é uma forma bem imprecisa de caracterizar um problema maior, que é a fascite. A dor no calcanhar provoca um processo crônico, que pode sofrer calcificação, gerando a imagem que vemos na radiografia”. Por conseguinte, a inflação na planta do pé não deriva fundamentalmente no aparecimento do esporão e nem sempre essa formação óssea está relacionada à fascite, podendo ter outras causas.

Os conhecedores destacam, ainda, que a fascite pode ser um sintoma de outras doenças mais graves e crônicas, como o diabetes ou a artrite. Por isso, a definição da causa é assaz importante. É essencial que o médico procure a origem dessa sobrecarga para que possa definir a terapêutica mais apropriada.

 

Tratamento

 

Verificada a ausência de outra condição, o médico poderá solicitar radiografias, que permitem identificar a presença ou não do esporão, e uma ressonância magnética ou ultrassonografia para averiguar a existência de tecido inflamado no calcanhar.

A terapêutica quase sempre é conservadora e fundamentada na tríade: proteção, desinflamação e readequação. A primeira ação é resguardar a região do calcanhar de choques por meio do uso de calcanheiras macias ou palmilhas ortopédicas. Na sequência, remédios anti-inflamatórios precisarão agir sobre as estruturas afetadas, suavizando a dor.

 

O terceiro passo é a fisioterapia, que tem por finalidade readequar as estruturas por meio do alongamento da região posterior: costas, coxas, pernas e pés. “Geralmente, os pacientes melhoram com medicamentos e fisioterapia, mas existem casos em que necessitamos entrar com a terapia por onda de choque”.

 

Essa modalidade moderna e bastante eficiente emprega um aparelhamento que produz ondas físicas de alta intensidade que se propagam dentro de um meio gelatinoso. Sua aplicação direta sobre a estrutura afetada leva à desinflamação. “90% das pessoas ficam bem exclusivamente com tratamentos não-invasivos, como o uso de calcanheira, medicamentos e alongamento. Dos outros 10%, a maioria (7%) responde bem à terapia por onda de choque. O restante (3%) precisa de cirurgia”.

 

A intervenção cirúrgica na região pode ser realizada por via endoscópica e visa liberar as estruturas tensas e encurtadas. O procedimento pode levar de 30 minutos a 1 hora e a recuperação depende da idade e condição de cada paciente, mas pode variar de um a três meses.

 

O melhor é prevenir

 

É possível evitar a fascite de forma simples: basta manter uma rotina de alongamentos, especialmente da musculatura posterior do corpo. Do mesmo modo, os médicos aconselham acatar uma planilha progressiva de treinos adequada à condição física de cada um e utilizar calçados específicos para cada modalidade esportiva. “É de fundamenta importância prestar atenção ao tênis. Ele precisa ser apropriado ao esporte praticado e também ao pé da pessoa. É importante consultar um profissional especializado para saber se o pé é neutro, supinador ou pronador. Na dúvida, a opção deve ser por um tênis neutro”.

 

É muito importante observar que os tênis têm data de validade. O fabricante deve ser consultado e informar quantos quilômetros é possível percorrer com determinado modelo. Geralmente, esse tipo de calçado dura, pelo menos, 500 km. Depois disso, a absorção de impacto fica comprometida.

 

 

 

 

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