“VIVER MUITO E VIVER BEM”

Apesar de não haver uma receita certa para se viver mais, porém ninguém tem dúvida de que seus costumes podem colaborar para que essa finalidade seja obtida. De acordo com os estudiosos, a alimentação, por exemplo, apresenta uma função enorme no ganho de anos de vida. No Japão, as pessoas se nutrem com muito tofu, batata e peixe, segundo o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar nipônico, em 2016 a longevidade dos homens alcançou a média de oitenta anos, enquanto a das mulheres alcançou oitenta e sete anos


Não é fácil se ter uma vida saudável realmente, mas o mistério está[LR1] em viver em equilíbrio, em pensar na juventude saudável mesmo com o o aumento dos anos de vida...


Nós todos, de alguma forma, ficamos mais velhos. De que maneira você prefere viver? Saudável ou não? Esse é o grande desafio. Com certeza que existem os elementos genéticos, mas vale lembrar que também são muitos outros os fatores que intervêm. O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), por exemplo, intervém diretamente, porque se o nosso nascimento em um país subdesenvolvido ou em um país superdesenvolvido, seguramente apresentaríamos condições diferentes de expectativa de vida.


Entretanto para conseguir essa longevidade saudável, precisamos tentar fazer o possível para viver bem e evitar desenvolver enfermidades. Não existe dúvidas de que alimentação, nutrição e exercícios físicos são seguramente os fatores determinantes.


Carecemos pensar sobre o nosso cotidiano e como estamos nos comportando. Será que atualmente eu estou tendo uma alimentação saudável? Será que estou exercitando adequadamente? Será que hoje eu estou refletindo sobre minha longevidade saudável?


Comumente nós pensamos como está o trabalho, em como alcançar sucesso na vida para alcançar outros alvos. Mas e em relação a saúde? Estamos verdadeiramente necessitando refletir de como viver melhor e com mais qualidade.


Na capital paulista, no ano de 1900, a vida média era de quarenta e quatro anos. Presentemente, quando uma pessoa falece antes de chegar aos oitenta anos, nós falamos “Nossa! Como morreu nova! Poderia ter vivido mais um tempo”. Seguramente, são os cuidados com a saúde, especialmente preventivos, que garantem a qualidade de vida e acréscimo da expectativa de vida.

Uma dieta com deficiência em proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas e minerais na quantidade recomendada favorece o desenvolvimento de doenças.

Deste modo, o balanceamento deve prevalecer, sendo a base para que você possa ter uma ingesta conveniente com seu alvo de alcançar uma saúde defendida de doenças, conquistando o viver muito e viver bem. É uma provocação sim, mas se nós pensarmos sobre nossa alimentação e nossas atividades físicas, pode ter certeza, iremos ter uma condição de saúde muito melhor, muito mais ampla e esperançosa.


Sempre é hora de mudanças. Exemplificando: um indivíduo, com o passar do tempo de uma vida completamente sem regras, em que se nutriu de forma inconveniente e não se exercitou, tinha uma estimativa de vida baixa. Então ele passou, a partir de determinada idade, a ter uma vida mais equilibrada conseguindo alcançar uma expectativa de vida longa, para melhor. Ou seja, a ciência mostra que sempre é um momento apropriado para você modificar a sua vida com relação a eventuais fatores que colaboram para “viver muito e viver bem”.


Devemos sempre, nos perguntar: “vou observar para não exagerar no sal, para prevenir pressão alta”, “vou diminuir a ingesta de açúcar para preven ir diabetes”.


A dieta do mediterrâneo, rica em azeite de oliva, vegetais e vinho, e o hábito de caminhar e comer devagar, com tempo suficiente para a digestão, fazem com que na Espanha, a expectativa de vida seja de 83 anos. Incrementar nosso dia a dia com atividades variadas, como ler e escrever, andar, tocar um instrumento musical e conversar com amigos, pode auxiliar a mente e o corpo a continuarem saudáveis, nos resguardando de lesões que podem levar ao desenvolvimento de demências, como a doença de Alzheimer.



Terceira idade: Cuidados com a saúde


No idoso, com o passar do tempo, o funcionamento do sistema imunológico sofre transformações que tornam as pessoas envelhecidas mais susceptíveis a uma série de enfermidades. Precisam lembrar que após 60 anos, existem vacinas que devem fazer uso para prevenção de doenças.


Outra questão de saúde que muitas vezes acaba sendo descuidada são os cuidados com os dentes. Dentição doente ou incompleta, ou mesmo gengivas doentes, podem levar à desnutrição, que por sua vez está associada a uma série de doenças e ao aumento de mortalidade. “Além de higiene inadequada, muitas pessoas podem ter sua dentição prejudicada por secura excessiva da boca, tanto por efeito colateral de medicamentos como por não tomarem água em quantidade suficiente. A hidratação é fundamental, assim como escovar os dentes regularmente, observar se próteses dentárias estão bem adaptadas e visitar o dentista com frequência..












Dicas para “viver muito e viver bem”.


Além de avaliações médicas periódicas para rastrear doenças como hipertensão arterial, diabetes e alguns tipos de câncer, existem várias medidas que uma pessoa pode tomar para se manter saudável e evitar o aparecimento de doenças.


1. Deixar de fumar. O cigarro ainda é a causa de morte que mais frequentemente poderia ser evitada em vários países do mundo. Parar de fumar proporciona a expectativa de vida longa, diminui o risco de doenças do coração e canceres., e melhora o funcionamento dos pulmões. “Em qualquer idade, deixar de fumar ocasiona esses benefícios, mas quanto mais cedo, melhor”.




2. Praticar exercício físico com regularidade. Mantenha-se dinâmico. Busque acrescentar atividade física no seu hábito de vida. “Atividade física é uma das medidas mais importantes para continuarmos saudáveis e independentes quando envelhecemos, além de prevenir ou manter o controle de uma série de doenças”. Existem diversos tipos de exercício que podem ser realizados. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda pelo menos 150 minutos de exercícios aeróbicos moderado (caminhar rápido), por semana. Exercícios de força também são fundamentais, devendo-se trabalhar todos os grupos musculares no mínimo 2 vezes por semana. “Mas o melhor tipo de atividade física é aquela que você gosta e que realmente irá praticar. Qualquer atividade é melhor do que o sedentarismo, e mesmo que suas condições de saúde dificultem a realização de algumas modalidades de exercício, profissionais da área da saúde sempre poderão auxiliar e orientar”.


3. Alimentação saudável. Alimente-se adequadamente. Procure ter uma dieta saudável. Uma dieta adequada deve conter grãos integrais, frutas e vegetais frescos, carnes magras e derivados do leite com pouca gordura. Devem ainda ser evitados alimentos que sejam ricos em sal, açúcar ou gordura. Se for necessário emagrecer, é aconselhado pedir ajuda a um médico nutrólogo para elaborar um plano dietético que seja viável e apropriado para as necessidades nutricionais de cada um.


4. Bebidas alcoólicas: limitar o consumo. “Idosos são mais vulneráveis a efeitos danosos do álcool”. Bebidas alcoólicas podem exercer interação com várias drogas e acentuar problemas de saúde como pressão alta, problemas do fígado, memória, quedas e incontinência urinária.


5. Tomar cuidado da pele. É preconizado a avaliação de toda a pele uma vez por ano, por um dermatologista. Ainda é importante observar o aparecimento de novas manchas ou pintas, procurando a avaliação dermatológica precocemente se advir mudança de tamanho, formato ou cor de uma pinta, mudança na aparência geral da pele, observação de áreas de eczema ou surgimento de caroços.



6. Olhe para sua visão e audição.


7. Preserve sua saúde mental.





8. Seja social.



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